Trata-se de uma prática exclusiva do psicólogo que pretende investigar uma queixa para entender a dinâmica da manifestação desse fenômeno e para assim poder responder e tomar medidas cabíveis. Assim sendo, pode-se perceber essa prática inserida em diversos contextos, como o da Avaliação Psicológica na área da Educação, quando as dificuldades de aprendizagem ultrapassam as diversas tentativas de ensino, a Avaliação Psicológica na Saúde, como a realizada para pacientes de cirurgia bariátrica, a Avaliação Psicológica no contexto Organizacional, para conhecer bem as potencialidades do sujeito e encaixá-lo no posto mais adequado, a Avaliação Psicológica Pericial, quando o juiz solicita o entendimento das questões psicológicas para ajudá-lo a decidir em questões, a Avaliação Neuropsicológica, que investiga lesões que possam ter causado dano psíquico, dentre tantas outras.

Para que vocês tenham idéias, já existe há mais de 20 anos a Avaliação Psicológica Intercultural, para avaliar o candidato para viagem de Intercâmbio. Todas essas avaliações psicológicas focam-se em no máximo 10 atendimentos que se sucedem através de diversas técnicas para permitir conhecer o sintoma na sua magnitude.

E a diferença entre Psicodiagnóstico e Avaliação Psicológica? Bem, vários autores tem diferentes opiniões sobre o assunto, mas o consenso parece ser o de que todas as vezes que se utilizam testes psicológicos (é possível não utilizá-los e fazer uma avaliação satisfatória) nesse tipo de Avaliação, ele passa a ser chamado de Psicodiagnóstico.

Fonte: Psicologia e Sociedade